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Confira as principais revelações do novo documentário de Demi Lovato

Dividida em quatro partes, a produção foi lançada na última terça-feira (23)

Demi Lovato lançou o documentário "Dancing with the Devil" na última terça-feira (23) - Reprodução/YouTube
Demi Lovato lançou o documentário "Dancing with the Devil" na última terça-feira (23) - Reprodução/YouTube

Na última terça-feira (23), Demi Lovato lançou o seu novo documentário “Dancing with the Devil”. A produção estreou no YouTube e foi dividida em quatro partes, com os dois primeiros episódios – “Perdendo o Controle” e “A 5 Minutos da Morte” – lançados juntos. 

O documentário relembra a turnê “Tell Me You Love Me”, em 2018, e traz relatos de amigos e familiares da cantora, dizendo que Demi parecia feliz com a nova etapa em sua vida. No entanto, pouco tempo depois, em julho daquele ano, ela teve uma overdose, que quase tirou a sua vida.

A partir desse ponto, nós embarcamos em uma jornada pela vida estrela teen, que começou a sua carreira ainda na adolescência e explodiu aos 16 anos como a protagonista de “Camp Rock”, sucesso da Disney. A seguir, confira as principais revelações de “Dancing with the Devil” sobre a vida conturbada de Demi Lovato.

DISTÚRBIOS ALIMENTARES

Demi Lovato nunca escondeu dos fãs os seus distúrbios alimentares. Porém, em “Dancing with the Devil”, ela revela que os problemas com comida nasceram na infância, período em que disputava concursos de beleza e dizia a si mesma que, caso não ganhasse, nunca mais iria comer.

Ela também conta que a sua alimentação era totalmente regrada pelas pessoas que cuidavam de sua carreira e, muitas vezes, sentia que não tinha controle nenhum sobre a própria vida, até que decidiu abrir mão e se importar menos com a alimentação, o que a fez ganhar alguns quilos. Isso acarretou em problemas com a própria imagem e dificuldades para se sentir confortável nos palcos.

RELAÇÃO COM O PAI

Demi também fala sobre a morte do pai, Patrick Lovato, em 2013, e conta como se sentiu culpada pelo acontecimento. Diagnosticado com esquizofrenia e transtorno bipolar, além de ser viciado em drogas e álcool, Patrick morreu perto do Dia dos Pais e, até hoje, a cantora tenta adivinhar o dia em que a morte ocorreu, já que o seu corpo foi encontrado mais de uma semana e meia depois.

OVERDOSE

Ao lado do médico que salvou sua vida, Shouri Lahiri, Demi dá detalhes sobre a sua overdose, que é um dos pontos principais do documentário. “Os médicos disseram que, se minha assistente me encontrasse 10 minutos depois, eu não estaria mais aqui”, declara a cantora.

Após seis anos sóbria, Demi voltou a usar drogas: “Eu experimentei coisas que nunca tinha tomado. Metanfetamina, junto com MDMA, cocaína, maconha, álcool, oxicodona… Só isso já deveria ter me matado”, conta. Ela ainda diz que, depois, começou a usar crack e heroína.

Ela também revela que, no hospital, após a overdose, teve três derrames e um ataque cardíaco na ocasião, além de pneumonia e falência múltipla dos órgãos; e conta que ainda lida com as consequências da overdose, incluindo dano cerebral. 

Apesar do acontecimento, Demi confessa que, atualmente, continua bebendo e fumando maconha com moderação, pois a ajuda a aliviar o estresse: “Ter que dizer a mim mesma que eu nunca mais vou beber ou fumar é me preparar para o fracasso, porque comigo é tudo preto ou branco. E eu quero ter algum alívio com um baseado, entende?”.

ABUSOS SEXUAIS

Em um dos episódios, Demi revela que, no dia de sua overdose, foi abusada sexualmente pelo traficante que a vendia drogas: “Me encontraram nua e azul. Ele me deixou na cama literalmente para morrer depois de se aproveitar de mim”, relembra.

Ela também diz que chegou a transar consensualmente com o traficante, algum tempo depois, porque “queria rescreveer a escolha dele de me violar (…), queria que fosse uma escolha minha”, mas isso não a ajudou.